NAUM

0
3
MIQUÉIAS
HABACUC

NAUM

1Oráculo sobre Nínive. Livro da visão de Naum de Elcós.

Prelúdio Salmo. A ira de Iahweh 2Iahweh é um Deus ciumento e vingador! Iahweh é vingador e cheio de furor! Iahweh se vinga de seus adversários ele guarda rancor de seus inimigos. 3Iahweh é lento para a ira, mas grande em poder. Mas a nada deixa Iahweh impune. Na tormenta e na tempestade é o seu caminho, a nuvem é a poeira de seus pés. 4Ameaça o mar e o seca, e a todos os rios ele faz secar. … Murcham Basã e o Carmelo, e murcha a verdura do Líbano! 5As montanhas tremem diante dele, as colinas estremecem e a terra é devastada diante dele, o universo e todos os seus habitantes. 6Diante de sua cólera quem subsistirá? Quem se levantará diante do ardor de sua ira? Seu furor derrama-se como o fogo, e os rochedos se fendem diante dele. 7Iahweh é bom; ele é um abrigo no dia da tribulação. Ele conhece aqueles que nele se refugiam, 8mesmo quando sobrevêm uma inundação.Reduzirá a nada os que se levantam contra ele, perseguirá os inimigos até nas trevas.

Sentenças proféticas contra Judá e contra Nínive (a Judá)

9Que meditais sobre Iahweh? É ele que reduz ao nada; a opressão não se levanta duas vezes. 10Como uma brenha de espinhos entrelaçados serão consumidos, como a palha seca, completamente. (a Assíria) 11De ti saiu o que medita o mal contra Iahweh, o conselheiro de Belial. (a Judá: oráculo) 12Assim disse Iahweh: Ainda que eles sejam intatos e numerosos, serão aniquilados e desaparecerão. Eu te humilhei, mas não te humilharei novamente. 13Mas agora eu quebrarei o seu jugo, que pesa sobre ti, e romperei as tuas cadeias. (Ao rei de Nínive: oráculo) 14E Iahweh decretou contra ti: Ninguém mais de teu nome terá descendência! Da casa de teus deuses eu destruirei imagens esculpidas e imagens fundidas. Devastarei o teu sepulcro, porque és maldito! (a Judá)

2 1Eis sobre as montanhas os pés de um mensageiro, que anuncia: “Paz!” Celebra, Judá, as tuas festas, cumpre os teus votos, porque não tornará a passar por ti Belial, ele foi totalmente destruído. A ruína de Nínive

O assalto

2Um destruidor sobe contra ti. Vigia a fortaleza, guarda o caminho,cinge os rins, reúne toda a tua força. 3(Sim, Iahweh, restaura a vinha de Jacó, como a vinha de Israel.Porque saqueadores a saquearam e quebraram os seus sarmentos). 4O escudo de seus heróis está avermelhado, os guerreiros estão vestidos de escarlate; como o fogo são as ferragens dos carros no dia em que estão colocados em linha de batalha; os cavaleiros se agitam. 5Nas ruas os carros correm loucamente, precipitam-se sobre as praças; sua aparência é como a de tochas, como relâmpagos correm para cá e para lá. 6Chamam os seus poderosos, tropeçam em sua marcha, correm apressadamente para a muralha e o abrigo é preparado. 7As portas que dão para o Rio são abertas, e o palácio se abala em todos os sentidos. 8A Beleza foi exilada, levada embora, suas servas gemem como o arrulho das pombas e batem em seu coração. 9Nínive é como um tanque d’água cujas águas escapam. “Parai, parai!” Mas ninguém olha para trás. 10“Saqueai a prata! Saqueai o ouro!” O tesouro não tem fim, uma abundância de todos os objetos preciosos! 11Desolação, destruição, devastação!O coração definha, os joelhos vacilam, há calafrio em todos os rins e todas as faces perdem a cor.

Sentenças sobre o leão da Assíria 12Onde está o covil dos leões, a caverna dos leõezinhos? Quando o leão saía, a leoa ficava, junto com os filhotes do leão; ninguém os assustava. 13O leão despedaçava para os seus filhotes, estrangulava para as suas leoas; enchia de presas seus antros, e seus covis de despojos. 14Eis-me contra ti – oráculo de Iahweh dos Exércitos. Reduzirei a fumo os teus carros, a espada devorará os teus leõezinhos. Farei desaparecer da terra a tua presa e não se ouvirá mais a voz de teus mensageiros.

3 Sentença sobre Nínive, a prostituta 1Ai da cidade sanguinária, toda cheia de mentira, repleta de despojos, onde não cessa a rapina! 2Estalido de chicotes, estrépito de rodas, cavalos a galope, carros que pulam, 3ginetes que empinam, reluzir de espadas, cintilar de lanças, multidão de feridos, mortos em massa, cadáveres sem fim, tropeça-se em seus cadáveres! 4Por causa das inúmeras prostituições da prostituta formosa, hábil feiticeira, que vendia as nações por suas prostituições e os povos por suas feitiçarias. 5Eis-me contra ti – oráculo de Iahweh dos Exércitos. Levantarei tua roupa até à face, mostrarei às nações a tua nudez e aos reinos a tua ignomínia. 6Jogarei sobre ti imundície, desonrar-te-ei e farei de ti um espetáculo. 7Então, todo aquele que te vir fugirá de ti e dirá: Nínive está devastada! Quem terá compaixão dela? Onde posso procurar consoladores para ti?

O exemplo de Tebas

8És, porventura, melhor do que No-Amon, que está sentada entre os canais do Nilo, (cercada de águas) cujo baluarte é o mar e cujas muralhas as águas? 9A Etiópia era a sua força, e o Egito também sem limite. Fut e os líbios eram os seus auxiliares. 10Pois também ela foi para o exílio, em cativeiro; suas crianças foram esmagadas nas esquinas de todas as ruas; sobre seus nobres lançaram a sorte, todos os seus grandes foram presos em grilhões. 11Tu, também, te embriagarás, serás aquela que se esconde, tu, também, procurarás um refúgio contra o inimigo.

A inutilidade dos preparativos de Nínive

12Todas as tuas fortalezas são figueiras com figos temporãos, se os sacodem, caem na boca de quem os come. 13Eis o teu povo: são mulheres que estão em teu seio; as portas da tua terra estão escancaradas aos teus inimigos; o fogo consome os teus ferrolhos. 14Tira água para o tempo do cerco, restaura as tuas fortalezas, entra no barro e pisa na argila, toma a forma para tijolos. 15Ali o fogo te devorará, a espada te exterminará.

O envio de gafanhotos Multiplica-te como o

yeleq,multiplica-te como o gafanhoto!16aMultiplica os teus mercadores mais que as estrelas do céu, 17ateus guardas, como gafanhotos, e teus escribas como um enxame de insetos. Eles pousam sobre os muros em dia de frio. O sol aparece, 16bo yeleq sai do casulo e voa, 17bele desaparece e ninguém sabe para onde.

Lamentação fúnebre 18Ai! Como teus pastores cochilaram, ó rei da Assíria? Adormeceram os teus poderosos, teu povo foi disperso sobre as montanhas, e não há ninguém que o reúna. 19Não há cura para a tua fratura, tua ferida é incurável! Todos os que ouvem notícias sobre ti batem palmas a teu respeito; pois, sobre quem não passou continuamente a tua maldade?

MIQUÉIAS
HABACUC
Ajude a Melhorar Ainda Mais o site, Avalie: